"A educação não transforma o mundo.
Educação muda pessoas.
Pessoas transformam o mundo".

Paulo Freire.

3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2026

 


📕 3º Anos – Ensino Médio

Bem-vindos ao ano letivo de 2026!

Queridos estudantes dos 3ºs anos,


Este é um ano decisivo e repleto de desafios. O terceiro ano do Ensino Médio marca a conclusão de uma importante etapa da formação escolar e exige comprometimento, foco e maturidade.

Esta página do blog é exclusiva para as turmas dos 3ºs anos e será um importante instrumento de apoio aos estudos. Aqui estarão disponíveis:

  • Slides das aulas

  • Atividades desenvolvidas

  • Vídeos explicativos e de aprofundamento

  • Jogos pedagógicos

  • Tarefas de casa

O material será publicado regularmente para que vocês possam revisar conteúdos, recuperar aulas em caso de ausência e manter o caderno organizado e atualizado, elemento fundamental na preparação para avaliações internas e externas.

Mais do que concluir um ciclo, este é o momento de consolidar conhecimentos e fortalecer competências que levarão para além da escola.

Contem comigo nessa reta final. Vamos fazer de 2026 um ano de dedicação, aprendizado e conquistas!

Professora Luciana

  


  







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LINK👉Aula sobre a PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

ATIVIDADE EM GRUPO:.

Cada grupo analisa uma fonte:

  • Charge política.

  • Trecho jornalístico da época.

  • Foto histórica.

  • Trecho literário (ex.: Euclides da Cunha).

  • Texto historiográfico.

Perguntas orientadoras:

1️⃣ Quem produziu a fonte?
2️⃣ Qual visão da República aparece?
3️⃣ Há críticas sociais?
4️⃣ Quem é representado ou excluído?
5️⃣ Que narrativa histórica está sendo construída?



DOCUMENTO 01


DOCUMENTO 02

Apoio e castigo

O Rio de Janeiro era a maior cidade brasileira em 1910. Contava com cerca de 812 mil habitantes. Perante a ação dos marinheiros que colocaram lenços vermelhos no pescoço e ameaçaram bombardear a capital, parte da população, a que tinha recursos para isso, fugiu do centro da cidade para os subúrbios ou Petrópolis, enquanto outros correram para o cais para acompanhar o movimento, demonstrando simpatia e solidariedade aos marinheiros rebelados.

Eram, na sua maioria, negros e pobres, como os marujos, decepcionados com o governo republicano que não melhorou suas vidas. Ao contrário, os excluiu e criminalizou. O governo republicano, que ia supostamente civilizar a capital, prendeu os pobres por “vadiagem” e derrubou suas casas.

O governo que ia civilizar a Marinha modernizando sua frota, criou, em 12 de abril de 1890, com o Decreto 328 de Deodoro da Fonseca, a Companhia Correcional na Marinha, reintroduzindo o castigo físico que havia sido abolido em 16 de novembro de 1889. Cedeu às exigências da oficialidade branca que considerava a chibata indispensável para a manutenção da disciplina a bordo.




A maioria dos combatentes na época da Revolta da Chibata, eram negros – Foto: Arquivo Municipal Rio de Janeiro.Guerra de Canudos (1896-1897): aconteceu na Bahia, na localidade de Belo Monte. O conflito, entre a população local (liderada por Antônio Conselheiro) e o Exército, envolvia a propriedade pelos latifúndios localizados na região. A guerra termina com a destruição da cidade e a morte de mais de 20 mil pessoas, entre sertanejos e militares.
  • Esta fotografia de Flavio de Barros, feita no dia 2 de outubro de 1897, é uma dos registros mais emblemáticos dos conflitos e contradições da sociedade brasileira na passagem do Império para a República. Talvez uma das nossas mais expressivas fotografias de guerra, ela diverge radicalmente da maior parte dos registros realizados pelo fotógrafo, que estava em Canudos a serviço do Exército, durante a última expedição que, em 5 de outubro daquele ano, aniquilou definitivamente a resistência dos conselheiristas. A imagem registra o momento em que mulheres, feridos, velhos e crianças se entregam ao Exército, numa provável estratégia de resistência final dos poucos conselheiristas restantes, os quais permaneceram entrincheirados e em combate até o fim da guerra, como indica Euclides da Cunha no magistral Os Sertões. 

  • Esta fotografia de Flavio de Barros, feita no dia 2 de outubro de 1897, é uma dos registros mais emblemáticos dos conflitos e contradições da sociedade brasileira na passagem do Império para a República. Talvez uma das nossas mais expressivas fotografias de guerra, ela diverge radicalmente da maior parte dos registros realizados pelo fotógrafo, que estava em Canudos a serviço do Exército, durante a última expedição que, em 5 de outubro daquele ano, aniquilou definitivamente a resistência dos conselheiristas. A imagem registra o momento em que mulheres, feridos, velhos e crianças se entregam ao Exército, numa provável estratégia de resistência final dos poucos conselheiristas restantes, os quais permaneceram entrincheirados e em combate até o fim da guerra, como indica Euclides da Cunha no magistral Os Sertões. Canudos

DOCUMENTO 04

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