- Como o território brasileiro foi se formando nesse contexto?
- Como é o mapa da América do sul hoje? O que ele nos mostra?
- Por que a América Hispânica se fragmentou em vários países e o Brasil não?
1. Como o território brasileiro foi se formando nesse contexto?
O Brasil manteve sua unidade territorial porque tinha uma administração centralizada desde o período colonial. Após a Independência, continuou como Império, com o poder concentrado no Rio de Janeiro, o que ajudou a evitar divisões.
2. Como é o mapa da América do Sul hoje? O que ele nos mostra?
O mapa atual mostra uma América do Sul com vários países independentes. Ele revela que o Brasil permaneceu unido em um só território, enquanto as antigas colônias da Espanha se dividiram em várias nações.
3. Por que a América Hispânica se fragmentou em vários países e o Brasil não?
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│ Formação Territorial da América │
│ no Século XIX │
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BRASIL (UNIDADE) 🌎 AMÉRICA HISPÂNICA │ (FRAGMENTAÇÃO) │
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**Fatores Políticos** 👑 **Fatores Políticos** ⚔️ │
│ ├── Monarquia Centralizada │ ├── Crise Espanhola │
│ ├── Consolidação Imperial │ ├── Autonomia Criolla em juntas │
│ ├── Interesse das Elites (estabilidade) │ │ locais │
│ └── Manutenção da Escravidão │ └── Múltiplos processos de │
│ │ independência │
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│ │
┌───────────────┴───────────────┐ ┌───────────────┴───────────────┐
│ │ │ │
│ **Fatores Geográficos* 🌳 │ **Fatores Geográficos* ⛰️ │
│ └── Continuidade Geográfica │ │ └── Barreiras Naturais │
│ │ │ (Cordilheiras, Desertos, │
└───────────────┐ │ │ Selvas) │
│ └───────────────┐
┌───────────────┴───────────────┐ ┌───────────────┴───────────────┐
│ │ │ │
│ *Modelo de Administração** 🏛️│ │ **Modelo de Administração* 🏘️ │
│ └── Centralização Portuguesa │ │ └── Descentralização Espanhola│
│ │ │ (Vice-reinos e Capitanias-│
└───────────────┐ │ │ Gerais, pouca integração) │
│ │ └───────────────┐
┌───────────────┴───────────────┐ ┌───────────────┴───────────────┐
│ │ │ │
│ **Liderança** 🤴 │ │ **Liderança** 🗣️ │
│ └── Manutenção Monárquica │ │ └── Elites Criollas │
│ (Dom Pedro I e II) │ │ │
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- Preencha o formulário com o nome dos participantes do grupo e marque sua turma;
- Em grupo passe pelas estações do conhecimento;
- Leia os textos, observe as imagens, charges e gráficos;
- No final responda as questões.
- ● Qual foi o papel do seu país no início da Guerra do Paraguai?
- ● Quais eram os interesses políticos e econômicos do seu país ao se envolver no conflito?
- ● Como a liderança política do país justificou a entrada ou permanência na guerra?
- ● Como se deu a relação entre a Guerra e a escravidão?
- ● Quais foram as principais consequências da guerra para o seu país (sociais, econômicas, políticas, populacionais)?
- ● Como a população local foi impactada pelo conflito? Houve resistência? Mobilização?
- ● Quais alianças foram formadas e por quê? Houve disputas internas sobre a participação na guerra?
- ● O que o seu grupo achou mais surpreendente ou mais cruel no que estudaram sobre o conflito?
- ● Houve contradições entre o discurso oficial (do governo) e a realidade vivida pela população?
- ● Como a memória da guerra é tratada no país atualmente? É lembrada com orgulho, dor, esquecimento...?
Copie a orientação no caderno:
Um estudante do grupo deverá fazer o trabalho em folha separada e entregar:
- AVALIAÇÃO BIMESTRA: 10,0
- CADERNO COMPLETO: 10,0
- TRABALHO: 5,0
- TOTAL DE PONTOS DISTRIBUIDOS - 25,0
Explique o que foi o "parlamentarismo às avessas" e o papel do Imperador D. Pedro II nesse sistema político. De que forma o revezamento entre os partidos Liberal e Conservador funcionava como estratégia para manter a estabilidade do Segundo Reinado?
Resposta Esperada
O parlamentarismo às avessas foi o sistema político do Segundo Reinado, caracterizado por uma monarquia constitucional parlamentarista na qual o Imperador detinha amplos poderes, controlando o Executivo e o Poder Moderador. O sistema era chamado "às avessas" porque, ao contrário do modelo britânico, o poder não emanava do parlamento, mas sim do imperador, que podia dissolver a Câmara ou destituir o primeiro-ministro caso este não lhe agradasse. A estratégia de D. Pedro II de promover o revezamento alternado entre Liberais e Conservadores na liderança do gabinete ministerial foi adotada para reduzir a intensa disputa pelo poder e a instabilidade política que esses partidos geravam.
QUESTÃO 2: Economia e Abolição (3º e 4º Bimestres)
A Lei Eusébio de Queirós, de 1850, formalmente proibiu o tráfico de escravos da África para o Brasil. Descreva a principal característica da economia brasileira no Segundo Reinado e explique a relação dessa Lei de 1850 com o crescimento econômico e de investimentos internos (Era Mauá) do período.
Resposta Esperada
A principal característica da economia do Segundo Reinado foi a expansão da economia cafeeira, que se consolidou como o principal meio de produção, com destaque para o Vale do Paraíba e o Oeste Paulista. A Lei Eusébio de Queirós, ao proibir o tráfico negreiro, é atribuída como um fator central para a prosperidade econômica da Era Mauá (1840-1860). A proibição do tráfico fez com que os recursos que antes eram utilizados na aquisição de escravos fossem liberados e redirecionados para outros investimentos, como o aumento de estradas de ferro e o desenvolvimento industrial.
QUESTÃO 3: Conflito na América do Sul e o Controle Geopolítico (3º Bimestre)
A Guerra do Paraguai (1864–1870) envolveu a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) contra o Paraguai. Quais foram os principais fatores que motivaram o ditador Solano López a iniciar o conflito e qual era a importância do Uruguai nesse contexto geopolítico?
Resposta Esperada
A Guerra do Paraguai foi motivada por diversos fatores, incluindo o desejo de Solano López de criar o "Grande Paraguai" e anexar territórios brasileiros e argentinos para obter uma saída para o mar. Além disso, estava em jogo o controle pela Bacia do Prata. O Uruguai era fundamental por estar situado em um ponto estratégico à beira do Rio da Prata. Solano López apoiava o grupo político dos blancos no Uruguai, na esperança de que eles permitissem o uso do porto de Montevidéu pelos paraguaios.
QUESTÃO 4: Resistência e Protagonismo na Abolição (4º Bimestre)
O texto afirma que a Abolição da Escravatura não foi resultado de uma ação isolada, mas sim o "produto de décadas de resistência e mobilização". Cite duas formas de resistência adotadas pelos escravizados e comente o papel dos movimentos abolicionistas nesse processo.
Resposta Esperada
As formas de resistência dos africanos e seus descendentes foram múltiplas. Duas formas notáveis de resistência incluem a formação dos Quilombos — comunidades autônomas de escravizados fugidos que viviam em liberdade — e as Revoltas organizadas, como a dos Malês em Salvador. O movimento abolicionista, composto por intelectuais, religiosos, políticos e líderes populares, ganhou força ao longo do século XIX através de campanhas e revoltas, criando uma pressão social e política fundamental que culminou na promulgação da Lei Áurea.
QUESTÃO 5: O Legado da Abolição Incompleta
A Lei Áurea de 1888 oficializou o fim da escravidão, mas não significou o fim das desigualdades e do racismo no Brasil. De que forma a ausência de políticas públicas para a população liberta, como a falta de reforma agrária, contribuiu para que os ex-escravizados se tornassem "um indivíduo marginal e subalterno na pirâmide social"?
Resposta Esperada
Após a Lei Áurea, a população ex-escravizada foi deixada "à própria sorte", sem receber qualquer tipo de indenização ou apoio governamental. A questão da terra foi definidora para a marginalização desse grupo. A ausência de uma reforma agrária impediu a grande maioria dos libertos de ter acesso à terra. Consequentemente, esse grupo foi forçado a sujeitar-se a salários baixos oferecidos pelos grandes proprietários e, juntamente com a falta de acesso à educação, permaneceu sem oportunidades, perpetuando a exclusão e as desigualdades herdadas do sistema escravist







































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